sexta-feira, 7 de junho de 2013

A Educação vista por Reinhard Lackinger



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Posted by Picasa(   Um texto do meu amigo Reinhard )




Volta e meia alguma pessoa bem intencionada redescobre a pólvora, citando a EDUCAÇÃO como único remédio contra todos os males que afligem o Brasil.
O Brasil dos sábios, de gente boa, dos "sem-noção", dos inocentes úteis, dos idiotas. Ou seja, temos uma sociedade "multiculti" e talvez a maisheterogênea do planeta... graças a Deus!
Arrisco afirmar que a palavra EDUCAÇÃO chega a ser mais mal interpretada   e usada equivocadamente do que o termo AMOR !
Grande parte dessa gente bem intencionada é alfabetizada, tem alguma instrução formal completa e até graduação acadêmica. Não é difícil imaginar que a EDUCAÇÃO para essas  pessoas signifique  ter um currículo igual ou parecido com o delas.
É essa meia dúzia de pessoas que tem visibilidade na mídia, ou pelo menos no facebook!
A grande maioria dos Brasileiros vive num limbo, longe das câmeras de TV e do facebook... ou pelo menos do facebook de "nossos amigos", de nossa panelinha!
Além de redescobrir a pólvora, corremos o risco de reinventar a roda, ou  melhor, a CASA GRANDE!
Uma CASA GRANDE  de amigos do facebook. Mini-sociedades razoavelmente herméticas e homogêneasl.
Uma sociedade que lembra a visão e Aldous Huxley em "Admirável Mundo Novo", combinando com os templos de consumo, as praças de alimentação e  demais ambientes fechados que o facebookiano culto costuma frequentar.
A palavra EDUCAÇÃO exige que a usemos com cuidado e critério!
Não como fez Cristóvam Buarque, que um dia pousou diante de uma bandeira  nacional com a inscrição EDUCAÇÃO  E  PROGRESSO em vez de Ordem e Progresso. Ora, pode haverPROGRESSO SEM ORDEM?

Suponho que todos os facebookianos que tiveram a sorte de ter tido uma   educação formal boa e algum colégio particular caro, de ter frequentado alguma faculdade e talvez até algum estabelecimento de ensino no  exterior, já tenham ouvido falar em "demanda reprimida"!
Nosso Brasil abriga dezenas de milhões de Brasileiros com uma enorme DEMANDA REPRIMIDA!
Gente, para a qual não há sala de aulas digna, sem giz, sem merenda escolar, sem transporte escolar, sem professor!
Gente, para a qual não há posto de saúde ou hospital digno, sem leito, sem medicamento, sem alimento, sem médico!
Da mesma forma há dezenas de milhões de Brasileiros que nunca viram a cor do dinheiro... de um dinheirinho pouco, pouquíssmo, que vem pingando  no orçamento familiar em forma de Bolsa Família.
Se a nossa "gente bem" nunca ouviu falar em DEMANDA REPRIMIDA, talvez
conheça o ditado: "quem nunca comeu melado, quando como, se lambuza"! Foi o que aconteceu com a pobre "sem-noção" achando a merreca do Bolsa Família insuficiente para comprar a calça de R$ 300,00 para a filha adolescente.
Ora, eu mesmo conheço de perto gente que se lambuza comprando roupa e perfume de grife, mesmo ganhando apenas salário mínimo, gorjeta e fazendo unhas nas horas vagas, morando de favor na casa da mãe, comendo  "badofe", em vez de comprar alimentos saudáveis, um milheiro de blocos e  um saco de cimento, para bater uma laje... DEMANDA REPRIMIDA é isso!
Nossa gente precisa ser educada para saber usar dinheiro!
Quando eu fiz curso técnico na Áustria no início dos anos de 1960, além de instrução profissional, recebemos mensalmente uma bolsa de estudos.
Era pouco! Uma mesada de nada, mas ela fez com que nós tornássemos não  apenas técnicos competentes, como também consumidores conscientes!
Não dá para consertar o Brasil como se repara um automóvel, desligando o motor e abrindo o capô. O Brasil precisa ser consertado com o motor ligado, com o coração batendo, com o sangue correndo nas veias e artérias!
Talvez seja bom dar um descanso à palavra EDUCAÇÃO, substituindo-a na hora certa por respeito, consideração, cortesia, gentileza...
Muitas vezes, em vez da gente se queixar de falta de EDUCAÇÃO, a gente
sente é falta de respeito, de consideração, de cortesia...
Coisas, que não se aprende só em escolas e sim, vêm de berço!
Coisas, que não dependem apenas dos professores  mal pagos e sim dos pais, da sociedade...
Coisas, que nos faltam por absoluta ausência do poder público, com os governos negligenciando o nosso espaço urbano, nosso país!
Teremos EDUCAÇÃO na medida em que gente bem e erudita souber conviver pacificamente com gente pobre e um tanto desassistida,  como caminhões, ônibus, caçambas e Pic-Ups cabine dupla convivem com   motoqueiros, ciclistas e pedestres! Agora mesmo nesse trânsito maluco de
Salvador!
e tenho dito
Reinhard Lackinger


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Encontro de amigos ao vivo e cores e também via internet.


em instalação e em fase revisão
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A resposta veio via mail:

Sim, Sarnelli, eu sou irmão do Edison e fui criado no Rio Vermelho. A casa meu pai havia comprado de um senhor chamado Alberto Sarnelli, que não sei se é seu parente. Aldo e o finado Nelson,  foram meus amigos de infância.
Meu apelido de infância era “Maior”, que eu adaptei ao nome de escritor. Edison já está no céu há alguns anos. Me diga como conheceu o Edison, meu irmão.
Abraços,

Minha resposta, também através de mail :

Bom dia amigo
 A vida é cheia de mistérios , curvas , retas e muitas surpresas!!!...

Veja que historinha !

Para você me conhecer melhor, ou melhor, saber que já me conhecia : sou neto do escultor italiano Pasquale De Chirico que você conhece muito bem. Para citar uma das suas obras, menciono o monumento a Castro Alves, que é uma referência. Eu nasci na Itália, em Napoli , e me trouxeram quando  tinha apenas quatro meses. Este mês completarei 82 anos no dia 17. Viemos morar no Rio Vermelho. Meu avô construíu a casa que hoje fica atrás do Sukyiak ( não sei se escrevi certo ) e onde morou o Caymmi , que recebeu a casa de presente do Governo do estado, para vir , do Rio, morar em Salvador.

Sempre rolamos pelo Rio Vermelho. Tivemos umas saídas , mas sempre com um pé aqui e retorno à nossa base.

O saudoso Nelson foi meu compadre. Helio é meu compadre de casamento e nós três, eu, Helio  e Aldo crescemos juntos. Mantemos um hábito. Todos os sábados, domingos e feriados , com mais um amigo, participamos de uma rodada de loirinhas e tira-gostos na casa de Helio, que é o anfitrião Todos nós moramos  aqui no Parque Cruz Aguiar, Rio Vermelho, Quando demoro para chegar, me telefonam cobrando a minha presença.

Agora é que vem o interessante da história !

Nós nos " conhecemos  " de longas datas , acredita ?

Pois bem. Conheci o Edson na nossa infância  ( me lembro que ele , entre outras coisas, teve uma fábrica de brinquedos, se não me engano, lá para as bandas do aeroporto ) e me lembro também  do seu apelido. Não me recordo da sua imagem daquela época, mas, das fotos que estão no seu blog ,  eu comecei a pensar: conheço este senhor. O Alberto Sarnelli a que se refere,  era, apenasmente,  o meu pai. Após a morte do meu " nonno" ( avô materno ) .que aconteceu na sua residência de Ondina , ou ainda Rio Vermelho ?) ele comprou aquela casa em que você se criou e onde eu passei parte da minha infância de vagabundo mirím, que depois foi vendida ao seu pai. Quer dizer: moramos na mesma casa !!! Não me lembro do seu nome ( do seu pai ) , mas , me parece que era um engenheiro . Ali , meu pai montou um criatório de galinhas e na parte mais baixa tinha uma horta. Ainda fazíamos macarrão para vender. Me lembro de um sapotizeiro ! Era uma época difícil e necessário se virar para atravessar a crise, algo que, aliás, não mudou, não é mesmo ? Do bananal , não posso me esquecer ( até hoje estou enjoado de bananas !) mas me lembro da horta , que ficava numa parte ( praticamente um buraco ) mais baixa onde havia até um riozinho, um filete de água que ajudava bastante .
Ontem, domingo,tivemos mais um encontro na casa de Hélio e, conversa vai conversa vem, fiquei sabendo que o apelido de " Barrão" no Aldo, quem o colocou foi você ! Se o mundo era pequeno , com a globalização e os satélites , ficou menor ainda. Imagine o Rio Vermelho !...

Ainda tem mais , eu acho! O seu endereço me veio através de uma senhora que trabalhou e se aposentou da Biblioteca Juracy Magalhães Junior . Depois de uma viagem que fiz à São Paulo, soube  que ela, D.E..... ( fumava demais ),   havia falecido . Me parece que era sua prima. Confere ?

Bem, acho que aí está quase tudo . Pelo menos ,  penso assim.

                                         Uma boa semana e um abraço para você / Bartolo






terça-feira, 14 de maio de 2013

Isto você não viu , mas eu vi e fotografei - Saveiros

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Quando você tiver tempo , dá uma olhada nesta foto ( mas abra o anexo e amplie ). Claro que foi clicada por mim ,  por volta dos  fins da década de 50, início da de 60, sei lá...  Não dá para lembrar a época exata, mas não  esqueço o momento e de onde estava . Esta é a Rampa do Mercado Modelo , onde os saveiros atracavam para descarregar e carregar mercadorias que eram deslocadas entre diversos pontos do Recôncavo baiano . Naquele dia , não havia muitos deles, mas já dá para ter uma idéia . Observe o saveiro que aparece em primeiro plano , parece  quase um navio ( em termos ) ! Observe , também , a altura dos mastros ! Aquele espaço , me refiro ao ancoradouro e à rampa do mercado,  costumava ficar atulhado de saveiros , permitindo que você andasse por entre eles com a maior facilidade. As manobras de entrada e saída eram complicadas , porque, já na época, havia congestionamento, no mar, no ancoradouro , exatamente na  Rampa do Mercado Modelo ! Quém pensava que congestionamento é só de carros, se enganou !

E aí começa uma outra história que fica uma uma outra hora...hahahahah

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A propaganda é a alma do negócio e a criatividade, a alma da propaganda !



Criatividade ajuda, se ajuda !... O cara aproveitou uma das colunas de sutentação da passarella sobre as pistas da Av.Centenário, em frente ao Shopping Barra.... Em Salvador (Ba), vale tudo , pois é mesmo terra de ninguém e, ao mesmo tempo ,  de todos , como diz a propaganda !
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sábado, 11 de maio de 2013

Isso você não viu , mas eu vi e fotografei !


Na foto , o quebra-mar , parte do Forte de São Marcelo  , saveiros na praia , mas o objetivo principal ,  foi mesmo a praia da Conceição  ,  onde encostavam os saveiros que vinham do recôncavo , trazendo  cargas de cerâmica ( telhas e blocos para construção ), entre outras mercadorias .Os saveiros, nos idos que o tempo engoliu, movimentavam a economia baiana produzida no recôncavo, trazendo e também levando utilidades . Era um trânsito intenso . Não esquecer da rampa do Mercado Modelo , onde se concentrava a quase totalidade dos saveiros. Devemos muito, mas muito mesmo, a eles ,  que navegavam a velas, dependendo, portanto, do vento e das habilidades de seu mestre , era e é uma embarcação de orígem indiana  adaptada em Portugal , para a pesca do savel ( daí o seu nome ) e readaptadada em Salvador para navegar em águas rasas ,  ao ponto de conseguir chegar até uma praia e encalhar na areia.. Essa prainha ( Conceição da Praia ) , na qual  podiam  encalhar, acolhiam ( não os acolhe mais porque   deixaram de existir por terem perdido a sua utilidade - deve haver, no máximo, uns 10 , transportando materiais de construção entre as mais de 50 ilhas existentes na Baía de Todos os Santos - uma boa parte foi transformada em escunas para passeios turísticos ) os saveiros provenientes do recôncavo ,  operavam  a carga e a descarga e  esperavam a maré subir , para voltar a flutuar e para  sair para uma nova viagem, fica ao lado da Capitania dos Portos do Estado da Bahia  e Escola de Aprendizes de Marinheiros , no bairro da  Conceição da Praia, parte baixa da cidade de Salvador.
 

]Os saveiros singravam os mares da Bahia , dia e noite , navegando pelas estrelas e era uma beleza ver o dia amanhecer e ver a Baía de Todos os Santos , olhando da parte alta da cidade,  atulhada de  velas brancas, se movimentando em todas as direções. Infelizmente, quem viu, viu, como eu, que vi ,   quem não viu , não imagina a beleza, o espetáculo que a natureza e a simplicidade nos ofereciam. ! Hoje , não se vê mais a poesia de antigamente. O progresso nos transportes , acabou com essa era romântica  !
A má qualidade da imagem ( preto e branco ) deve ser compreendida , porque a foto  foi clicada na década de 50 , da janela de uma fábrica de malas que existia no bairro da  Conceição da Praia , de propriedade de um cidadão que morava no Rio Vermelho e mantinha também uma loja no comércio. Hoje, eu e os seus descendentes somos velhos amigos. Um dos  seus filhos , o mais velho ,  é o um dos meus compadres e nos conhecemos desde a tenra infância.Um segundo irmão,  é um irmão , e o terceiro, por sinal , o mais novo, que também foi me compadre , foi-se , levado pelo vício do cigarro. Uma pena ! Aquele canudinho de papel com matinho , fez mais uma vítima! Para quém fuma, um alerta. Não seja burro: cuide da sua saúde ! Pergunte para si próprio: quém pode mais, eu ou o cigarro ?  E declare uma guerra !  Seja mais forte ...
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

O menor infrator e o idoso idem - qual a diferença ?


Sarnelli


Eu costumo dizer que nasci num mundo, que estou vivendo em outro e isso é verdade. A tranqüilidade e segurança dos velhos tempos são apenas lembranças para algumas pessoas que, como eu, tiveram a graça de sobreviver por um período um pouco mais longo, ultrapassando o prazo de validade médio de uma época passada,  provavelmente,  por culpa do progresso da medicina e da prevenção às doenças que nos beneficiam hoje e prolongam a nossa existência.  Por conta disso, como tudo evoluíu, a insegurança também,e a bandidagem foi atrás , gerando muita apreensão , muito medo e provocando traumas quando algo acontece. Claro que não tínhamos  tantas informações. Muitas coisas aconteciam e nós não sabíamos. Mas, hoje, ela é instantânea e quase que é possível saber o que vai ocorrer antes que aconteça. O mundo está em crise, e, dentro dele, o Brasil não escapa.   Nos últimos tempos, temos assistido, quase que diuturnamente, em todo o país,  uma série de crimes brutais , praticados com requintes de selvageria  por grupos de bandidos, entendam, quadrilhas, que praticam todos os tipos de delitos  e o pior de tudo, quase que sem necessidade, pois,  na quase totalidade das vezes, os assaltantes conseguem o que querem , mas não se satisfazem , terminando por sacrificar as vítimas,  sejam, jovens,  mulheres, rapazes ,  e pessoas de mais idade,  muitas vezes por quase nada, destroçando famílias inteiras. Os criminosos têm uma capacidade criativa incrível, o que não nos dá condições de tomar atitudes preventivas porque  não tem a como  imaginar de que jeito algo vai acontecer . Pode ser a tomada do seu carro, uma saidinha bancária, que é a moda agora, ou, a explosão de um caixa eletrônico , um arrastão no seu apartamento no prédio em que você mora... Crimes antes inimagináveis !


No meio de tudo isso, o grande detalhe . Entre os bandos ou quadrilhas, sempre a presença de menores de 18 anos,  que não podem ser presos e portanto irem para a cadeia comum. São encaminhados à uma fundação onde ficam até completar os 18 anos e depois são liberados com ficha zerada. Voltam para o seio da sociedade podendo vir a ser mais um criminoso solto ou então um cidadão convertido, mas esse é um caso raro... Por essa facilidade da lei, os bandos e ou as quadrilhas,se utilizam de menores que têm a função de assumir a maior parte das responsabilidades pelos atos, como num caso de assassinato, porque a pena é leve e os adultos não são responsabilizados por aquele  fato. Os bandos  aliciam menores porque sabem que a pena é branda e que só vão pagar por ela até completarem os 18 anos. Ultimamente muitos acidentes e crimes hediondos , seqüestros ,etc. , têm sido praticados por menores de 18 anos e tudo fica por isso mesmo por culpa de uma legislação defasada que não atende mais às necessidades da sociedade. Hoje a mesma sociedade discute, devido a ocorrência de fatos gravíssimos assumidos por menores, a diminuição da idade que permita responsabilizar o ou os indivíduos . De 18 para quanto ? 16 ? 14 ? 12 ? – Na minha opinião pessoal, seria para 12  anos e acabava com essa corja de bandidos mirins    utilizados pelas quadrilhas ...!
A situação piorou quando eles , os menores descobriram que não precisam dos grandes. Que podem agir por conta própria e o perigo aumentou...
A parte cômica da história fica por conta de uma sugestão que me fez o meu compadre. Inconformado com a situação , Diz ele :  se há uma idade mínima para que o elemento possa ser responsabilizado pelos crimes que comete , deveria haver também uma máxima para os adultos,  para as pessoas de maior idade ! Por exemplo. Se um idoso, com mais de 80 anos , comete um ato criminoso ,  dá um tiro no genro que está maltratando a sua filha, vá ele para o  inferno ou não,   ele não deveria ser preso em cadeia comum. No máximo, pagar o delito em prisão domiciliar , o tempo que for, desde que o local seja digno , tenha todas as comodidades exigidas e necessárias para um idoso, incluindo geladeira, micro-ondas ,TV, ar condicionado no verão , aquecedor no inverno e, água quente e fria no banheiro,  ainda por cima, ser sustentado pelo governo, ou seja, pela população... E ainda tem mais: não esquecendo a progressão da pena, o  direito à saída nos dias festivos para visita à família, como no seu aniversário , Natal e outros importantes como a sexta feira Santa ... Se o idoso for religioso, a liberação para freqüentar a sua missa ou o seu culto... Segundo ele, meu compadre,  se há um estatuto que protege os menores nestes casos , deveria haver um outro para os idosos nessa mesma situação  . Vai que um idoso atira num assaltante no restaurante na hora do seu jantar  e o manda para o outro lado ?
As diferenças nos casos ? Os jovens estão evoluindo e sabem o que fazer, conhecem as leis, têm plena consciência disso , já os idosos , começam a não saber mais o que estão fazendo , a se esquecer de tudo , equiparando-se , portanto, aos menores de 18 anos atuais...Ou seja, estão em franca involução !
Como seria bom !  Não é um caso para estudo ? O que é que você acha ?



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