Conheça Salvador de ontem, de hoje, seus monumentos, suas paisagens , suas curiosidades, seus encantos , suas tradições, suas festas populares e o maior carnaval do mundo.
Monumento ao 2 de julho - Praça 2 de julho , também conhecida como o Campo grande, no centro de Salvador
2 de julho é dia de festa na Bahia inteira . A independência do Brasil em 7 de setembro de 1822 foi completada na Bahia com a expulsão da frota de Bandeira de Mello , o que aconteceu por força das lutas desenvolvidas em território baiano, fato que teve o seu episódio final em 2 de julho de 1823. O 2 de julho é a data Magna da Bahia , pois foi nela que se consolidou a independência do Brasil , após cerca de 10 meses do Grito do Ipiranga , já que os portugueses que teimavam em se manter por aqui, foram, finalmente, expulsos pelo povo baiano. O 2 de julho deveria ser um dia de celebração nacional.
O monumento ao 2 de julho,um dos mais importantes de Salvador, cuja foto ilustra este pequeno texto, é a homenagem da Bahia aos seus heróis. É uma obra do escultor italiano Com.Carlo Nicoli , inaugurado em 2 de julho de 1895 , foi realizado em bronze e mármore de Carrarae tem pouco menos de 26 metros de altura.
Será que os ambientalistas e demais autoridades mais ou menos competentes avaliaram direitinho as agressões ambientais causadas e acumuladas na Barra e na Ondina desde quando o primeiro trio elétrico desceu a Ladeira da Barra?
Parece que ninguém se incomodou com o fato de os bairros da Barra e da Ondina terem sido transformados num feudo de Daniela Mercury, de Ivete Sangallo, de Bell Marques, de Claudia Leite, de Durval Lelis. São eles que mandam e desmandam, deitam e rolam, ganhando horrores - até do governo - , dando nada em troca, a não ser sujeira, xixi e cocô e muita poluição sonora.
Parece que ninguém se incomoda com o fato de haver três postos de gasolina - verdadeiras bombas - ao longo do circuito carnavalesco Barra-Ondina, sem falar da estupidez dos camarotes invadindo a praia
Parece que ninguém se incomoda com o fato de a Barra e a Ondina se transformarem por mais de um mês ( o período do carnaval, mais o tempo de armar camarotes e demais facilidades, até a desmontagem do circo ) num imenso favelão às custas de moradores e comerciantes expulsos de suas residências e de suas lojas.
Na verdade vos digo... Carnaval na Barra é "FEUDO"!
Reinhard Lackinger
candidato a Rei Momo 2010 com a plataforma: Circuito carnavalesco Barra-Ondina já para a Av da França!!!
O Reinhard tem toda razão. Eu já havia começado este comentário que , agora, junto ao dele . O carnaval em Salvador, já ultrapassou os limites aceitáveis . Transformou a Barra e Ondina num infernoe já não cabe mais no pedaço, precisa ir para outro local. Para onde ? É problema da Prefeitura . Ela que encontre o espaço , mas que deixe os moradores e comerciantes dos bairros em paz , seguirem com as suas vidas normalmente. Não é possível que moradores de diversos bairros tenham que sair deles , porque os tormentos do carnaval, que aqui dura uma semana ou mais, se forem feitas as contas , os expulsam de suas casas e seus apartamentos. E os comerciantes das áreas atingidas sofrem prejuízos, mas nem por isso são dispensados dos impostos municipais. É preciso repensar o carnaval de Salvador. Do jeito que está, não pode, não pode mesmo continuar !
Será que na Bahia só se pensa mesmo em carnaval ? Até mesmo nós, já estamos convencidos disso. Aliás, não é a toa que se diz que o ano aqui só começa depois do carnaval... Nem terminou o de 2009 , aconteceu a “ Ressaca do carnaval “ no dia 8 de março no Wet’n Wild , num programa do governo apelidado de “ Espicha o Verão “ e mais um desfile no dia 12 em homenagem aos 200 anos, sem trio elétrico e sem cordas ( ou seja: liberado para o público ) , para marcar a passagem pelo Carnaval da Bahia , do naturalista inglês Charles Darwin, o pai da teoria da evolução das espécies pela seleção natural, cujo bicentenário do nascimento foi comemorado em todo o mundo no último dia 12 de fevereiro . E ainda, depois, começam a pipocar por aí as famosas micaretas mas, esta já é outra história e acontece longe daqui...
Este meu comentário já estava escrito há algum tempo e a intenção era chegar exatamente onde o Reinhard chegou. O Carnaval baiano não está mais cabendo no espaço Barra/Ondina. É preciso achar uma solução para o problema que a festa criou para os comerciantes , moradores do bairro e também para a população em geral, que sofrem horrores durante mais de um mês ( o Reinhard fala de um mês apenas , mas eu digo que é muito mais ) com os preparativos, com a festa e a desmontagem das estruturas. O incômodo da movimentação de tantos veículos pesados, cargas, descargas, montagem e desmontagem de luminárias... etc,
Durante todo este tempo, os moradores da Barra e de Ondina que sofram calados e depois que se mudem nos dias da festa e a população , para usar um termo vindo de Brasília e em voga , que se lixe... Não, não é assim ! Em nome de seja lá o que for, é preciso respeitar a população e dar-lhe tranqüilidade,segurança e orespeito que merece .
É preciso, também, acabar com aquelas manifestações que a Prefeitura tem permitido que aconteçam no Porto e no Farol da Barra, que apenas levam para os locais, uma verdadeira multidão , um batalhão de vendedores ambulantes , que não fazem outra coisa que provocar uma enorme devastação., deixar tudo sujo e mal cheiroso...Que vão armar o palco lá noAeroclube, onde há espaço suficiente ...!!!
O carnaval ? É problema da prefeitura. Porém, longe da Barra e de Ondina, claro !
Outra coisa : armar aquele palco monstruoso em frente ao Farol da Barra, escondendo aquele monumento precioso , é, no mínimo , um absurdo condenável ,uma tremenda falta de bom senso !
Esta é uma pergunta que os fumantes inveterados devem estar fazendo a si próprios , com a nova situação, com a guerra decretada contra os cigarros. Quem gosta de chupar a fumaça através daquele tubinho de papel recheado de tabaco , e milhares de porcarias, vai ter mesmo que se virar para curtir uma tragadinha ... Já não está havendo espaço para eles...Só poderão pitar nas ruas ou em locais ventilados. Os fumódromos, vão acabar , estão proibidos .!!!
Já tem tempo que este pessoal que passa as horas acordadas pendurado naquele canudinho de papel , produzindo fumaça e soprando-a nos rostos das pessoas , poluindo os ambientes , vem sendo olhado com cara feia pelas pessoas que se sentem incomodadas com o cheiro do fumo , com a fumaça , principalmente em ambientes fechados, que absorvem um mau cheiro insuportável para quem gosta de respirar ar puro. Ter , ao lado, uma fonte poluidora , é um sofrimento ! O pior é que os fumantes contestam os seus direitos e aí surgem os conflitos. Quais são os direitos dos fumantes e quais são aqueles do cidadão ou da cidadã que não fumam , que não querem e nem suportam a fumaça lançada no ar por um vizinho de mesa ou que esteja no mesmo ambiente ?
A discussão está no ar e na ordem do dia !
A investida contra o fumo vem de todos os lados. Da medicina, dos ambientalistas, do povo que se sente incomodado e agora do governo , por motivos econômicos. Forçado a baixar impostos em certas áreas , para se recuperar, aumenta aquele do cigarro que tem, na realidade, mais impostos, do que mesmo fumo para o fumante aspirar...
Ontem passei na banca de revistas na pracinha, aqui perto de casa e perguntei ao Romualdo, dono da banca de revista, os preços de alguns maços de cigarros . Aqui estão eles :
A marca Hollywood passou de 2,60 para 3,50 Derby 2,50 3,00 Carlton 3,40 4,50 Free 3,25 4,25 Plaza 2,60 3,25
Para quem só consome um maço ( geralmente o fumante consome dois , mas vamos ficar com um apenas ) por dia , considerando que a marca seja HOLLYWOOD , em 30 dias, estará transformando em fumaça a importância de R$ 115,50 e enchendo o seu pulmão de nicotina , com riscos seríssimos para a sua saúde. Quem não quiser pagar parte dos prejuízos da crise, tem, agora, duas opções : a primeira delas é não ligar para a saúde , pagar o aumento e continuar chupando a fumaça pelo canudinho de papel branco ; a segunda, é ter juízo , aproveitar a crise, se rebelar contra ela , dizer não ao governo e pegar a chance para deixar de lado o cigarro e recuperar o prejuízo na saúde , que ele já lhe deu... coisa que leva um certo tempo , mas deixa marcas !
O autor destas linhas fumou por cerca de 30 anos, mas teve a sorte e tempo, ainda, para parar no momento oportuno . Há quase 40 não toca num cigarro , se incomoda com um fumante ao seu lado e chegou à conclusão de que fumar é, simplesmente, burrice ! Cuide-se. Jogue o seu maço de cigarro na lata do lixo e goste de você mesmo . Com força de vontade, qualquer um supera a crise . É só querer ! Todos os fumantes sabem os riscos que correm ... Não faltam informações...
É uma história difícil de acreditar, e engraçada, Aconteceu mesmo e foi numa tarde em que fui à minha dermatologista.
Era uma terça feira de um mês que não me lembro, do ano de 1998. Fui com o meu carro e, já no pátio , tive que esperar que uma senhora que havia chegadoantes de mim , realizasse a sua manobra para colocar o seu carro de marcha ré , numa vaga regular. Coloca o carro em posição. Uma ré . Muito encostado. Vai bate ! Uma ida para a frente. Ajeita o volante e mais uma tentativa para trás . Não deu ! Começa tudo de novo...Novamente uma primeira , uma avançada , novo acerto no volante e outra tentativa de marcha-ré . Putz , não entra nessa vaga ? Vamos tentar de novo. Vamos ajeitar o carro para ver se , dessa vez, vai dar. Recomeça tudo. Para a frente, ajeita o volante e, finalmente , a muito custo, a senhora consegue colocar o carro na vaga. Não foi uma demonstração de habilidade, mas , conseguiu. Até que enfim ! Eu tinha estado, pacientemente, aguardando que ela conseguissecolocar aquele mondrongo na vaga ,para não criar confusão e aumentar a demora. Eu precisava que ela conseguisse colocar o carro na vaga, para passar. Quando o caminho se abriu para mim, engatei uma primeira, levei o carro para a frente e, de ré, coloquei o meu Uno Mille na minha vaga sem a menor dificuldade. À esta altura a senhora ainda não havia saído do carro mas, quando o conseguiu , se endereçou a mim e perguntou: há quanto tempo o Senhor dirige ? Cinqüenta anos bastam ?Respondí-lhe .. Ah... logo vi..Eu só dirijo a 37 anos..foi a justificativa dela...
Não dava para conversar sobre o assunto. Cada um de nós foi para o seu lado e nunca mais nos encontramos em algum pátio de estacionamento !
Este vaso pode se transformar num criatório de mosquitos, se você não tiver cuidado ! ------------------------------------
Como todos nós sabemos , estamos em guerra com os mosquitos transmissores do Aedys Egypt , causadores da dengue, que já vitimou milhares de pessoas no Brasil inteiro este ano e até hoje, matou, pelo menos, 17 pessoas na cidade de Itabuna, estado da Bahia . O total de vítimas fatais pode aumentar, pois , hoje, há mais 25 mortes suspeitas e que ainda estão sendo estudadas para verificar-se se são mais vítimas dos mosquitos.Em pleno século XXI , uma simples picada de mosquito está matando dezenas de pessoas !...Os mosquitinhos são perigosos, porque são, na verdade , inimigos invisíveis e podem estar em qualquer canto . São as fêmeas contaminadas que provocam a doença e o perigo maior é que os focos podem estar em qualquer lugar . No prato de uma bela planta dentro de sua casa, numa lata largada displicentemente no quintal, numa garrafa , num pneu abandonado em qualquer local, até numa simples tampinha de refrigerante , num ferro velho, em sucatas de veículos, pode se instalar um foco de reprodução.
Os mosquitos se reproduzem em quaisquer lugar onde haja até umasimples gota de água limpa e parada. Qualquer vasilhame que possa coletar um pouco de água da chuva , um tanque de residência sem tampa , ou mesmo com ela lascada, ou um tanque mal tampado, um tonel com água de chuva, em poças de águas formadas pelas chuvas, enfim , qualquer lugar onde houver água limpa e parada , é um ambiente ideal para a reprodução dos perigosos mosquitos.
O combate , embora seja dever do estado, é obrigação , também , de todos . É meu dever, seu também e de qualquer um , porque o perigo está em todos os cantos e os mosquitos não se incomodam com a classe social das vítimas. Eles picam os pobres , os da classe média e os ricos. O perigo está generalizado. Eles podem vir da casa dos vizinhos .... É preciso estar de olho !
Casas fechadas onde a água se acumule , são um perigo . Todos nós precisamos estar atentos inclusive com os terrenos baldios onde se jogue lixo . Enfim, é preciso que a população se conscientize de que também ela tem que participar, ativa e obrigatoriamente, da cruzada contra o mosquito . Não basta o seu quintal estar limpo e você pensar queestá seguro. As áreas no seu entorno estão limpas ? É preciso vigiar e denunciar aos serviços sanitários. Você ainda pode fazer mais : engajar os seus vizinhos na batalha , e toda a sua comunidade .
Estou voltando a falar do Mercado Modelo. O conhecido hoje e onde os visitantes e turistas fazem compras de artesanato , na verdade, é uma segunda edição . Segunda ? É um segundo Mercado Modelo já que o primeiro , inaugurado em 09.12.1912 foi vítima de diversos incêndios sendo que o último deles , ocorrido em 1969 , fato que eu testemunhei , o destruiu completamente. Como tudo em Salvador, cada um deles tem a sua história .
O Mercado Modelo, o primeiro ( ou segundo ?), na verdade, era e ou foi por muito tempo, o centro de abastecimento da cidade, pois , contrariamente ao que conhecemos hoje, funcionava comercializando secos e molhados e, bem ao seu lado, estava a famosa Rampa onde os saveiros procedentes do recôncavo, trazendo todos os tipos de mercadorias, descarregavam para abastecer a cidade. Dentro dele, você poderia encontrar de tudo que necessitasse para a sua alimentação e da sua família, desde açougues, peixarias, barracas de verduras, feijão, arroz, farinha, pimenta, bebidas, camarões secos, conservas, cachaças, cereais,charque , etc. e até algumas lembrancinhas da Bahia . Era o centro de abastecimento do povo da cidade. Na verdade , ele foi construído para isso mesmo .Havia um setor que até comercializada confecções... Outro , com um belo café ou melhor, pastelaria, como era hábito chamar-se por aqui. A área deixada livre com o incêndio, foi urbanizada e nela foi colocado um monumento em homenagem à cidade, de autoria de um artista baiano . Os bondes das linhas da cidade baixa, passavam pela frente do mercado, parando junto ao Elevador Lacerda. Na verdade circulavam a praça Cayru e havia até um especial , exclusivamente para o transportes de compras mais volumosas. Era o bonde-bagageiro , que recolhia as mercadorias e os seus donos... Boa parte das mercadorias adquiridas no mercado eram transportadas em carroças a tração animal, ou, ainda, por carregadores que colocavam o volume ou um grande balaiosobre a cabeça, apoiado sobre uma rodilha e, a pé, iam entregá-lo em qualquer parte da cidade, subindo e descendo ladeiras , em troca de um preço combinado...
Na rampa , você podia ver uma quantidade infinita de saveiros, encostados, uns nos outros, com os seus mastros apontando para o céu e podia até ter a impressão de estar vendo um enorme paliteiro. Era assim, que o velho Mercado, que o fogo devorou , funcionava . Mas, como as coisas mudam o tempo todo, ele agora pertence à história . Na verdade, me dizem que este foi o segundo, uma vez que o primeiro,teria existido na Rua Chile , num local um pouco longe do atual , mas de muito menor porte, que também foi consumido pelo fogo. Uma coincidência ? Esta história , é provável que faça parte do imaginário popular. Procurei algumas indicações, mas as que encontrei são muito tênues e não dá para afirmar e citar registros com segurança , porém , como a voz do povo é a voz de Deus, podemos dar um certo crédito , uma vez que, onde há fumaça , sempre há fogo . O certo, é que continuarei as minhas buscas ... Teríamos tido , então , 3 Mercados Modelo ? Não dá para afirmar, mas, com certeza, existiu um antes do atual, e todo mundo sabe. O novo Mercado Modelo,que também foi vítima de um incêndio , ficou inativo por um bom espaço de tempo, até ser recuperado e reinaugurado como Centro de comercialização de artesanato e lembranças da Bahia, ficou famoso . Pessoas ilustres já passaram por ele. Chegou mesmo a ser e ainda é, ponto de encontro de intelectuais e até a Rainha da Inglaterra, quando da sua visita a Salvador, esteve por lá.
Dentro dele, funcionam mais de 260 lojas , oferecendo aos visitantes e aos turistas, todos os tipos de artesanatos que a Bahia produz. Esculturas, quadros , pedras semi-preciosas , artigos em tecidos , instrumentos musicais, berimbaus, etc.,etc. . Tem dois restaurantes especializados em comidas da terra e, como não podia deixar de ser, uma boa quantidade de botecos que servem diversos tipos de bebidas e para qualquer finalidade , além de oferecerem tira-gostos . Alguns têm “ especialidades “ – pingas onde são curtidas algumas ervas com propriedades especiais , para resolver qualquer problema. Mas, no fundo, pinga é pinga e vai acompanhada com mariscos, notadamente com lambretas e sururu . Ah..e o caldo de lambretas ? Este é fortee tem certos efeitos, diz a voz do povo. ..
Tanto na praça Cayru como na própria rotunda do mercado, na parte de trás , você poderá apreciar, todos os dias,. demonstrações de capoeira . O mercado tem uma planta quadrada , no fundo, uma rotunda, que servia para a atracação de barcos. O prédio foi construído em 1861 para a instalaçãoda Alfândega de Salvador, que ali esteve por muito tempo.
Quando ele foi recuperado, após o último incêndio, descobriu-se um porão alagado para o qual a imaginação popular tem uma história para contar. Algumas referências mencionam que ele teria servido para a armazenagem de mercadorias que necessitavam de alguma umidade mas que serviu , também , como depósito de escravos enquanto não lhes era dado um destino . Como o porão , que está aberto à visitação pública, está ao nível do mar, está, também , sujeito às suas variações . Assim, conforme a movimentação da maré, o porão tem ocasiões em que está mais ou menos alagado . Diz o imaginário popular que muitos escravos morreram ali mesmo e que, ainda hoje , continuam no lugar. Algumas pessoas até afirmam até que, em determinadas ocasiões, é possível ouvir os lamentos de alguns pobres coitados que ainda continuam por lá...